quinta-feira, 21 de março de 2013

Fain - a barda

Fain foi a personagem que mais cativou meu sobrinho assim que comecei a contar-lhe essa história, isso porque ela não é humana e sim filha de um elfo e uma humana. Ela aparece nessa história carregando o estigma do Bardo, sendo conhecedora de canções e histórias do povo e da corte, e se formos levar em conta que estamos em Laidnnom os bardos possuem uma certa magia em suas canções que não é apenas metafórica.

Nossa meio-elfa não teve uma infância fácil, marcada pela tragédia e intolerância de elfos e humanos que não toleram mestiços entre as raças, foi acolhida por Elipha, o Bardo do Rei do Oeste, que lhe ensina tudo o que sabe para que um dia ela o substitua na tarefa ou "siga sua própria canção" [algo como seguir seu próprio caminho].

Quem a acompanha em todas as suas empreitadas é Ming, uma wolfdog [cruza de cães e lobos, normalmente utilizada por caçadores]. Ming muitas vezes se mostra de uma inteligência incrível e de espirito de batalha que apenas um cão de caça teria. Fain a vê como uma semelhante, pois ambas  são mestiças de raças que embora parecidas não costumam se unir.

E novamente saindo de um exemplar de D&D uma explicação sobre bardos:

Bardo

Todos sabem que a música possui uma magia especial e o bardo prova que isso é verdade. Viajar pelo mundo, acumular conhecimento, contar histórias, retirar mágica da sua música e sobreviver da gratidão de sua audiência – essa é a vida de um bardo. Quando a sorte ou a oportunidade os atrai para um conflito, os bardos servem como diplomatas, negociadores, mensageiros, batedores e espiões. A magia do bardo provém de seu coração. Quando esse coração é bom, o bardo carrega esperança e coragem para os abandonados e utiliza seus truques, sua música e sua magia para frustrar os planos das forças do mal. Se os nobres da região são corruptos, um bardo bondoso será um inimigo do estado, evitando a captura com perspicácia e elevando a moral dos oprimidos. Mas a música também pode florescer em um coração maligno. Os bardos malignos preferem a manipulação como substituta da violência, dominando as mentes e os corações do povo e deleitando-se com os presentes que a audiência oferece de “boa vontade”.



Aventuras: Os bardos consideram as aventuras uma oportunidade de aprendizado. Eles praticam suas perícias e habilidades variadas e desfrutam especialmente da chance de explorar tumbas antigas, esquecidas há muito tempo, descobrir trabalhos  ancestrais de magia, decifrar tomos do passado, viajar a lugares estranhos, encontrar  criaturas exóticas e aprender novas canções e histórias. Os bardos adoram acompanhar  heróis (ou vilões), unindo-se a grupos de aventureiros para testemunhar seus feito sem  primeira mão – um bardo que possa contar uma história maravilhosa a partir de experiências próprias adquire renome entre seus companheiros. Afinal, depois de narrar tantas histórias sobre heróis realizando façanhas maravilhosas, muitos bardos começam a torná-las para si e assumem também o papel do protagonista.



Características: Um bardo extrai magia da sua alma, não de um livro. Ele é capaz de conjurar somente uma pequena quantidade de magias, mas consegue fazê-lo sem selecioná-las ou prepará-las com antecedência. Sua magia valoriza os feitiços e as ilusões, em detrimento das magias de evocação que os magos e feiticeiros usam com freqüência.

Além das magias, o bardo também retira mágica de sua música e poesia. Ele capaz de encorajar seus aliados, manter sua audiência enfeitiçada e anular efeitos mágicos que dependam de idioma ou do som.

Os bardos possuem algumas das perícias dos ladinos, mas não se dedicam com tanto afinco a dominar essas habilidades como os ladinos. É claro que os bardos ouvem e contam histórias, portanto adquirem um vasto conhecimento de eventos locais e itens famosos ou notáveis.



Tendência: Os bardos são viajantes, guiados por sua intuição e vontade, não pela tradição e pela ordem. O talento espontâneo, a magia e o estilo de vida dos bardos são incompatíveis com a tendência Leal.



História: Um aprendiz de bardo aprende suas perícias com um único mestre experiente, que ele seguirá e servirá até que esteja pronto para escolher seu próprio caminho. Muitos bardos eram crianças órfãs ou fugitivas que se tornaram amigas de bardos viajantes, que por sua vez se tornaram seus mentores. Como muitos bardos se congregam em “escolas” informais, um aprendiz poderia conhecer os bardos mais importantes de sua região. Ainda assim, nenhum deles cultiva uma lealdade profunda entre si. Na verdade, alguns são altamente competitivos com outros bardos, zelosos com a sua reputação e defensivos com as áreas que consideram seu território.



Raças: Normalmente, os bardos são humanos, elfos ou meio-elfos. Os humanos se adaptam com facilidade à vida de viajante e a novas terras e costumes. Os elfos são talentosos na música e na magia, então a carreira de bardo é natural para a raça. O estilo peregrino dos bardos agrada aos meio-elfos, que muitas vezes são estrangeiros em sua própria terra natal.

"Fain é um bardo real, então ela seria mais ou menos assim [só um pouco mais ruiva]"


espero comentários ^^

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